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Caso Ronaldinho: primeiro ato do craque fora da cadeia é uma volta ao início de tudo

Ex-craque do futebol mundial, Ronaldinho viveu uma situação atípica nos últimos 32 dias, quando esteve preso na Agrupación Especializada de Assunção, no Paraguai. Ele e o irmão, Roberto Assis, ficaram detidos no presídio de segurança máxima devido ao uso de documentos falsos.

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No dia 4 de março, Ronaldinho e Assis foram interpelados pelas autoridades no hotel onde estavam hospedados. Eles viajaram ao Paraguai porque o ex-craque do futebol participaria de um evento beneficente. Os dois receberam cédulas de identidade e passaportes falsos ao chegarem ao país.

Ronaldinho deixa prisão

Nesta terça-feira (7), a defesa de Ronaldinho conseguiu o que tanto queria: a autorização para que ele e Assis cumpram prisão domiciliar. Os dois ficarão hospedados em um hotel do centro histórico de Assunção, cujas diárias variam de R$ 350 até R$ 1.700. 

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A decisão de enviá-los para a prisão domiciliar foi tomada pelo juiz Gustavo Amarilla. O Ministério Público apoiou a decisão, mas pediu que os dois estivessem sob custódia policial. Ainda há certo medo de que eles fujam para o Brasil e não cumpram a pena preventiva com a Justiça paraguaia.

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Primeiro gesto de Ronaldinho fora da prisão chama a atenção

Ronaldinho deixou a cadeia sorrindo e o primeiro ato dele fora das dependências prisionais foi um retorno ao começa de tudo. Ronaldinho se dirigiu a um torcedor e autografou uma camisa do Grêmio. Foi no clube gaúcho, no fim dos anos 1990, que Ronaldinho começou a desfilar seu talento com a bola nos pês. Ele defendia o Tricolor quando foi convocado para a seleção brasileira pela primeira vez, em 1999. 

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Escrito por Diogo Marcondes

Jornalista formado desde 2015. Jornalista por vocação desde que nasceu. Redator da i7 Network. Aqui escrevo sobre política, futebol, TV & famosos e qualquer outro assunto que esteja repercutindo no Brasil e no mundo.
Entre em contato comigo pelo @DiogoMarcondes no Twitter!