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Após polêmicas, Bolsonaro bate o martelo sobre Copa América no Brasil

MARCOS CORRÊA/PR/FOTOS PÚBLICAS

O anúncio da Conmebol realizado na última segunda-feira (31), confirmando o Brasil como sede da Copa América 2021, após vários países declinarem de sediar o evento de seleções mais antigo do planeta da bola, deixou milhares de brasileiros revoltados, em função do país seguir vivenciando um cenário delicado na luta contra o coronavírus.

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Logo após emitir nota nas redes sociais, a entidade que rege o futebol sul-americano, voltou às redes sociais para agradecer a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo sinal positivo para a realização da competição em solo nacional.

Depois de muita polêmica nas redes sociais, com inúmeras manifestações contra a realização do torneio no Brasil, o chefe do Executivo se pronunciou nesta terça-feira (1º), afirmando que no que depender dele e seus ministros, a competição ocorrerá nos estádios do país.

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“No que depender de mim e de todos os ministros, inclusive o ministro da Saúde, já está acertado, haverá Copa América no Brasil”, afirmou o presidente à apoiadores em sua saída do Palácio da Alvorada.

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O chefe do Executivo revelou ainda, que foi procurado pela CBF na última segunda, e após conversa com todos os ministros, deu o sinal positivo para a realização da Copa América no Brasil. 

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No comunicado emitido, a Conmebol disse que brevemente anunciaria as datas e as sedes que receberão o torneio no Brasil. O governo do Pernambuco e do Rio Grande do Norte já declinaram da hipótese de figurar como uma das sedes do torneio.

Adiamentos e mudanças 

Inicialmente, a Copa América estava prevista para ocorrer no ano passado, mas acabou sendo adiada para 2021 em função da pandemia. Com sede na Argentina e na Colômbia, o torneio foi remarcado para ser iniciado no dia 13 de junho.

Por conta do cenário de protestos na Colômbia, o país declinou de sediar a competição, e a Argentina passou a ficar com a responsabilidade de receber o torneio. Contudo, com o futebol já parado em função da pandemia do coronavírus, o governo argentino também abriu mão do evento no último final de semana. Em poucas horas após este anúncio, a Conmebol alinhavou o acordo com a CBF e o governo brasileiro, oficializando assim a troca.

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