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Grêmio tem ‘número’ que preocupa dirigentes e mudanças não são descartadas

Com problemas na equipe, o Grêmio vê uma crise se instaurar após a derrota para o Sport por 1 a 0

(Lucas Uebel/Grêmio)

A derrota para o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife, ainda retumba nos bastidores do Grêmio. Isso porque a equipe atualmente é a lanterna da competição, e não apenas o número de pontos acumulados no torneio preocupam, como outro número em especial torna-se motivo de ainda maior preocupação. 

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Em Recife, o Grêmio visitou o Sport com uma equipe repleta de jogadores mais experientes. Com uma média de idade bastante alta, a equipe começou a partida com uma média de 30,2 anos, além de ter apenas 3 jogadores em campo formados nas categorias de base do clube.

O protesto veio das redes sociais logo em seguida da derrota e a coletiva desanimadora do técnico Tiago Nunes. A torcida, com a hashtag “Juntos Pela Base”, condenou o arquivamento de alguns nomes da equipe e pediu por maior valorização dos atletas da base.

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Grêmio deve ter mudanças 

A alta média de idade incomodou os torcedores. Para se ter ideia, somente na parte defensiva da equipe, cinco jogadores superavam a barreira dos 30 anos. São eles: Paulo Victor, de 34 anos, Rafinha e Geromel, com 35, Kannemann, com 30, Bruno Cortez, com 34, e Thiago Santos com 31 anos.

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O fato irritou a torcida e foi motivo de perguntas na coletiva de imprensa de Tiago Nunes, que desdenhou do fato, respondeu que as apostas na base devem ser graduais e valorizou a mescla de jogadores experientes com os mais jovens.

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Em entrevista no final da tarde de sábado (19) à rádio GreNal, o vice-presidente de futebol do Grêmio, Marcos Herrmann, garantiu que mudanças devem ocorrer já para o jogo contra o Santos, na quinta (24). “Podem pintar 2 ou 3 jovens no time titular já pro próximo jogo, pelo que ando observando nos treinos“, disse Herrmann.

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