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Presidente do Grêmio abre o jogo sobre atritos com Felipão: ‘pediu pra sair’

O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan, esclareceu sobre supostos atritos com Felipão.

(Lucas Uebel/Grêmio)

O Grêmio estuda o mercado atrás de um treinador capaz de retomar o caminho das vitórias. O vice de futebol, Marcos Herrmann, já adiantou em coletiva pós-jogo contra o Atlético Goianense, que a busca do clube seria concentrada em treinadores com grande identificação com o Grêmio. Com isso, o nome de Luiz Felipe Scolari surgiu imediatamente, visto como uma solução a curto prazo para o mau momento do Tricolor.

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Entretanto, da mesma forma que o nome de Felipão foi cogitado, surgiram também boatos que apontavam um desgaste na relação de do técnico pentacampeão com o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan.

O ‘atrito’ entre Felipão e Romildo no Grêmio

Em 2015, Felipão era o treinador do Grêmio durante a reformulação do elenco que viria a evoluir sob o comando de Roger Machado. Entretanto, o treinador acabou deixando o clube logo no primeiro semestre do ano, alegando que havia chegado ao seu máximo com o plantel formado. À época, noticiou-se a possibilidade de um atrito entre Romildo e Felipão.

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Na entrevista à rádio Guaíba nesta manhã de quarta-feira (7), Romildo abriu o jogo e negou qualquer problema com o ex-treinador. “Desde quando eu tenho atrito com Felipão? Ele pediu pra sair“, disse Romildo, questionado sobre supostos problemas com o ídolo Tricolor e a possibilidade de retorno do treinador à Arena. “Geralmente, o que se decide é consenso. O nome que chegar, será consenso. O momento do Grêmio requer alguém que conheça o Clube e consiga segurar o debate“, apontou.

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O Grêmio tem negociações avançadas com Felipão para ser o novo técnico do clube, e pode anunciá-lo após o confronto contra o Palmeiras, nesta quarta-feira.

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