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Grêmio trava em rescisões milionárias com jogadores encostados

O Grêmio pretende liberar jogadores, mas trava em acordos milionários.

(Lucas Uebel/Grêmio)

O Grêmio vive uma situação caótica neste meio de temporada. Com problemas no Brasileirão, o clube vive o pior início de competição nos últimos anos e acende o sinal de alerta para evitar um possível desastre ao final do ano. 

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Pensando em reformular o elenco, o Tricolor estuda liberar alguns jogadores, mas trava em acordos milionários que podem custar altos valores aos cofres do clube. 

Grêmio quer liberar, mas valores assustam

O nome da vez é o de Paulo Victor, atualmente com 34 anos. O goleiro, contestado por anos pelo torcedor, recebeu uma valorização em 2019, ganhou aumento, alçou à titularidade, mas jamais encantou o torcedor do Grêmio.

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Com contrato até dezembro de 2022, o jogador custaria ao clube cerca de R$ 5 milhões para rescindir o seu contrato. O valor assustou a direção do clube gaúcho, travando assim as tratativas para rescindir o acordo entre ambas as partes.

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Além de Paulo Victor, o Grêmio enfrenta uma batalha para colocar alguns jogadores encostados no mercado. Fora dos planos do clube, Victor Ferraz, Everton Cardoso e Paulo Miranda são considerados caros pelas equipes que sondam os atletas.

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Inflacionados pelo próprio Grêmio, o quarteto recebe altos vencimentos no clube gaúcho, o que, consequentemente, gera uma multa elevada para quem deseja uma rescisão contratual, como é o caso do goleiro Tricolor.

Precisando contratar novas peças, o Grêmio enfrenta o desafio de liberar jogadores para garantir espaço na folha salarial, pensando, sobretudo, em evitar o desastre da segunda divisão.

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