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Grêmio decide abrir o bolso e gasta fortuna em reforços para escapar da Série B

Com o clube em crise por conta dos maus resultados, o Grêmio abriu o cofre para fugir do rebaixamento.

(Lucas Uebel/Grêmio)

O Grêmio se movimentou forte no mercado para garantir um time competitivo na busca para se livrar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro 2021. Na penúltima colocação da competição, o Tricolor vasculhou nomes de impacto na América do Sul capazes de elevarem o nível da equipe. 

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Para se livrar da incômoda colocação, o Grêmio abriu os cofres e despejou cerca de R$ 44 milhões, investidos em setores identificados como carentes na equipe de Luiz Felipe Scolari

Além das contratações de impacto para a equipe, o Tricolor ainda está atento ao mercado, na busca por reforços de ocasião, fora o investimento em um atacante veloz para atuar pelo lado do campo.

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Grêmio gasta superávit e movimenta mercado

Assim como as vendas mais recentes (como Léo Chú, Pepê, Matheus Henrique e Ruan), o montante investido não é pago imediatamente em 2021. Por isso, há um ajuste do fluxo de caixa, a fim de equilibrar as contas e o clube se manter saudável financeiramente.

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Os altos valores dispensados, porém, vão contrários à política de austeridade adotada pelo clube nos últimos anos, que visava contratações de ocasião, mescla de jovens oriundos da base e a espinha dorsal campeã nos últimos anos.

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Entretanto, com temporadas abaixo das expectativas da diretoria, o Grêmio decidiu avançar no mercado e garantir peças de grande valor. Assim, nomes como Miguel Borja (R$ 6 milhões), Mathias Villasanti (R$ 17,1 milhões) e Campaz (R$ 21 milhões) surgem com características capazes de preencher as lacunas do time titular.

Para além deles, o Tricolor ainda sonda o mercado. Recentemente, o Grêmio tentou as contratações de Keno, do Atlético-MG, e de Diego Valoyes, do Talleres, da Argentina. O clube gaúcho, no entanto, não conseguiu avançar nas aquisições.

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