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No Grêmio, Rafinha detona protestos da torcida: ‘não é o que a gente quer’

Após onda de protestos no CT Luiz Carvalho, Rafinha falou à imprensa sobre a necessidade de recuperação do Grêmio.

(Lucas Uebel/Grêmio)

A crise no Grêmio parece não ter fim. Com o retorno das atividades marcado para esta quarta-feira (1º), depois de três dias de folga concedidos pela direção, os jogadores foram recebidos com uma onda de protestos em frente ao CT Luiz Carvalho. Apesar do início da movimentação ter sido pacífico, os protestos se intensificaram e vandalismos acabaram registrados.

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Pedras foram arremessadas na direção do ônibus da delegação, carros de funcionários do clube foram depredados e a Brigada Militar precisou intervir. Foi então que o lateral Rafinha tomou a frente e foi aos microfones para falar sobre o atual momento do clube na temporada, que não consegue deixar a zona de rebaixamento. 

Rafinha repudia protestos da torcida do Grêmio

Após nota emitida oficialmente pelo clube, o atual capitão do Grêmio, Rafinha, foi a público para representar os jogadores e comentar sobre os protestos organizados por quatro diferentes torcidas organizadas do clube. “Torcedor tem todo direito de cobrar, xingar, vaiar. Não tem problema nenhum”, disse Rafinha em seu início de coletiva.

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Contudo, o lateral condenou a abordagem da torcida, que utilizou de pedras para tentar intimidar os atletas do clube. “Prejudica a gente, que conta com os torcedores para sair disso. Ficamos tristes, não é o que a gente quer”, destacou o lateral, atualmente dono da braçadeira de capitão do elenco.

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Com quatro carros de funcionários atingidos, Rafinha condenou os protestos, salientando que as maneiras de protestar têm um limite. “Pode machucar alguém, causar danos, foge dos padrões”, destacou o lateral.

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