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Grêmio na era Romildo Bolzan: as 10 piores contratações do atual presidente

Durante o mandato de Romildo Bolzan, o Grêmio passou por altos e baixos, sobretudo no mercado da bola.

(Lucas Uebel/Grêmio/Fotomontagem/Mateus Guimarães)

O Grêmio viveu momentos de ouro sob o mandato do presidente Romildo Bolzan, que se encaminha para o seu último ano, em 2022. Contudo, embora os inúmeros títulos e as contas no azul justifiquem uma avaliação positiva do trabalho de Romildo, um ponto em especial chama a atenção pelas críticas sofridas ao longo dos anos à frente do clube: as contratações.

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Durante o período em que preside o Grêmio, Romildo viu diversos jogadores chegarem e não darem o resultado esperado. Vários oriundos de investimento alto, enquanto outros foram marcados pela baixa qualidade técnica para atuar em um clube do tamanho do Grêmio.

Jogadores contratados pelo Grêmio que decepcionaram na Era Bolzan

O primeiro nome contestado foi o do centroavante Braian Rodriguez, contratado em março de 2015, com a promessa de ser o fazedor de gols da equipe, que, à época, estava em reconstrução. Com menos de 40 gols na carreira até então, Braian até marcou em sua estreia, mas pouco entregou tecnicamente ao longo dos 10 meses que passou no clube.

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No ano seguinte, o Tricolor fez questão de contratar o atacante Negueba, sob aval de Roger Machado. O treinador enxergava no atleta um perfil tático necessário, mas viu de perto que, tecnicamente, o jogador entregava pouco. Acabou liberado em dezembro, após 11 jogos vestindo a camisa do Tricolor gaúcho.

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Já em 2017, ano do tricampeonato da Libertadores, o Grêmio contratou o meio-campista Gastón Fernandez. Conhecido como “La Gata”, o argentino chegou para ser o camisa 10 do Tricolor, após a lesão de Douglas. Apesar da qualidade técnica demonstrada, o atleta não se adaptou ao clube e deixou o Grêmio após 13 jogos.

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Também em 2017 chegaria Paulo Victor, para ser o substituto imediato de Marcelo Grohe no gol do Tricolor. Com a falta de confiança em Bruno Grassi e a inexperiência de Léo Jardim, o Grêmio foi ao mercado atrás de um goleiro experiente, que viria a ser titular após a saída do ídolo e um dos jogadores mais contestados pela torcida. Deixou o clube somente em 2021, após uma rescisão amigável.

No ano de 2018, o Grêmio desembolsou um alto valor para contar com o centroavante André, a fim de resolver o problema da sua referência na grande área. Entretanto, o jogador nunca se firmou entre os titulares, conviveu com críticas e, em 74 jogos, marcou apenas 11 gols com a camisa tricolor.

Em 2019, Romildo Bolzan decidiu abrir o bolso e ousou no mercado da bola trazendo Diego Tardelli. O jogador chegaria ao Tricolor para ser a referência no ataque ao lado de Éverton Cebolinha e Luan. Entretanto, problemas pessoais dificultaram a adaptação do atacante, que não jogou bem enquanto esteve em Porto Alegre.

Por fim, em 2020, o Grêmio tropeçou nas próprias pernas ao fazer contratações bastante questionáveis para inflar o elenco. Na oportunidade chegaram o goleiro Vanderlei, os meias Robinho e Thiago Neves, além do atacante Éverton Cardoso. A chegada do quarteto gerou um custo elevado à folha salarial e o desempenho em campo nunca justificou o alto investimento no Grêmio.

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